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ESCRITO POR DANIEL RIBEIRO
Muito se comenta a respeito das velas Iridium, e se elas realmente fazem diferença no funcionamento do motor. Vou tentar explicar a diferença entre essas velas e as velas normais.
Todo motor de combustão por centelha precisa de velas de ignição. Elas são responsáveis por criar a faísca dentro da câmara de combustão no momento exato em que o combustível está comprimido, gerando assim a combustão do mesmo e, desta combustão, o movimento que faz o motor virar.
Todo motor de combustão por centelha precisa de velas de ignição. Elas são responsáveis por criar a faísca dentro da câmara de combustão no momento exato em que o combustível está comprimido, gerando assim a combustão do mesmo e, desta combustão, o movimento que faz o motor virar.
Irídio (Iridium no idioma Inglês) é um elemento metálico extremamente duro e raro, relacionado a platina. Além de sua dureza, a principal propriedade que faz o Irídio atraente como um material eletrodo para as velas de ignição é o seu altíssimo ponto de derretimento (quase 2.500 ºC).
O Irídio não é um excelente condutor energético, por isso ele é usado em forma de liga, misturado com outros metais como a platina, cobre e zinco, desta forma, se tornando uma liga extremamente dura, com alto ponto de derretimento e excelente condutividade elétrica.
O Irídio não é um excelente condutor energético, por isso ele é usado em forma de liga, misturado com outros metais como a platina, cobre e zinco, desta forma, se tornando uma liga extremamente dura, com alto ponto de derretimento e excelente condutividade elétrica.
Tradicionalmente as velas de ignição possuem eletrodos de cobre ou platina.

Sendo então um metal mais durável e resistente, o Irídio permite a fabricação de eletrodos mais finos, desta forma, a tensão necessária para fazer a faísca na vela é muito menor, o que tem trás algumas vantagens:

Sendo então um metal mais durável e resistente, o Irídio permite a fabricação de eletrodos mais finos, desta forma, a tensão necessária para fazer a faísca na vela é muito menor, o que tem trás algumas vantagens:
- Menos tensão (volts) é necessária, o que diminui a carga no sistema de ignição do motor.
- Permite um espaço maior entre o eletrodo e o aterramento da vela sem aumentar a carga no sistema de ignição. Mais espaço significa uma faísca maior e portanto, aumento na eficiência da combustão.
- Faísca mais precisa, sempre na posição correta e com o tempo correto, o que aumenta a eficiência da combustão.
- Melhora na resposta do acelerador.
- Economia de combustível (que depende mais de como você aproveita a melhora na resposta do acelerador)
- Aumento na vida útil da vela. Velas de Iridium costumam ter o dobro da durabilidade.
- Aumento da potência do motor (em torno de 1 a 3%)
Parece ótimo, não? No entanto, substituir as velas do motor por velas Iridium não significa ter todas essas vantagens, e cada motor vai ter um comportamento diferente com este tipo de vela. Alguns motores nem mesmo possuem uma vela Iridium recomendada como substituta de uma vela tradicional.
É o caso da V-Strom 650. Quando fui comprar as velas para minha Moto, percebi que a NGK não indica nenhum modelo de vela Iridium para ela.

O modelo original é o CR8E, então eu decidi por livre escolha, colocar as velas da V-Strom 1000 (CR8EIX).

O modelo original é o CR8E, então eu decidi por livre escolha, colocar as velas da V-Strom 1000 (CR8EIX).
As velas funcionam, e estão funcionando até agora (já faz 30 mil km que estou usando). Mas eu não percebi nenhuma melhoria em desempenho ou em consumo de combustível. Mas é importante lembrar que a V-Strom 650 usa duas velas por cilindro, então eu acho que mesmo com as velas originais a queima do combustível já era bem otimizada.
Tirei uma das velas para conferir o desgaste do eletrodo e ainda há bastante material para gastar, então pelo menos no quesito durabilidade, as velas estão se saindo muito bem (lembrando que o cronograma da Suzuki é substituir as velas a cada 12 mil km).

Em motores que usam apenas uma vela por cilindro (são a maioria), acho que as velas Iridium podem sim trazer algum ganho de desempenho. Porém, só o fato de durarem mais já é um bom motivo para usar este tipo de vela.

Em motores que usam apenas uma vela por cilindro (são a maioria), acho que as velas Iridium podem sim trazer algum ganho de desempenho. Porém, só o fato de durarem mais já é um bom motivo para usar este tipo de vela.
Fonte: http://www.motosblog.com.br/9882/velas-iridium-afinal-qual-a-diferenca/
HONDA
C 100 Dream
Pop 100
Uma Coletânea de motos clássicas:
| marca | Honda |
| modelo | CG 125 |
| ano | 1977 |
| marca | Leonette |
| modelo | 2 marchas |
| ano | 1962 |
| marca | Yamaha |
| modelo | RX80 |
| ano | 1980 |
| marca | Yamaha |
| modelo | RX 125 Álcool |
| ano | 1981 |
| arca | Yamaha |
| modelo | RD 75 |
| ano | 1977 |
| marca | Yamaha |
| modelo | RD 50 |
| ano | 1975 |
| marca | BMW |
| modelo | R75 / 5 |
| ano | 1973 |
| origem | Alemanha |
A revisão periódica é fundamental para manter a moto em perfeitas condições de uso. É durante a revisão que a concessionária autorizada verifica os componentes da moto, certificando-se do seu bom funcionamento. Normalmente a mão-de-obra das duas primeiras revisões é gratuita, devendo o cliente arcar apenas com o custo do óleo e das peças que forem substituídas.
É também durante as revisões que as concessionárias realizam diversos ajustes e lubrificações na moto, como é o caso da embreagem e dos freios, garantindo maior eficiência destes componentes. Outro componente que pode ser trabalhado é a bateria da moto, que deve ser verificada e, se necessário, deve receber uma recarga.
As revisões periódicas devem ser realizadas dentro dos prazos recomendados e somente nas concessionárias autorizadas pelo fabricante da motocicleta. Para saber onde levar a sua moto, verifique no Manual do Proprietário de sua motocicleta, no website oficial do fabricante ou no guia de empresaspara encontrar a concessionária autorizada mais perto de sua casa.
Vale lembrar que o prazo para a realização das revisões varia de fabricante para fabricante e, normalmente, é composto por um limite de quilometragem percorrida e por um período de meses transcorridos. Fique atento aos prazos para não perder a garantia de fábrica.
A revisão é exigida pelos fabricantes como pré-requisito para concessão de garantia, ou seja, a falta da realização de pelo menos uma das revisões periódicas ocasiona a perda da garantia de fábrica. Por isso, sempre que levar a moto para a revisão exija o carimbo da concessionária no manual do proprietário indicando que a correspondente revisão foi efetuada.
Mesmo depois de expirado o prazo de garantia a revisão deve ser realizada. É importante seguir a quilometragem indicada no manual do proprietário e também é importante realizar revisões antes de longas viagens.
Mantenha sempre sua motocicleta revisada em ótimas condições de uso. Leia e obedeça ao manual do proprietário fornecido junto com a sua moto
“Puro músculo Harley-Davidson refrigerado a líquido e atitude Dark Custom criados para conquistar o mundo urbano.” É assim que a HD descreve a Street 750 em seu site oficial para Portugal. E realmente a máquina é uma autentica moto da renomada fabricante que vem para brigar por espaço em uma faixa de cilindradas bem comum no país.
Na época em que foi lançada seu preço estava em U$7,5mil, o equivalente a R$16,6mil. Com uma conversão rápida e mais alguns impostos essa novidade deverá chegar às lojas do Brasil custando algo em torno de R$28mil. Outros especialistas brasileiros, que estavam testando o modelo nos EUA no início deste mês, também sugeriram que a novidade chegue nesse preço ao país. Um preço até justo por uma Harley-Davidson.
“O novo motor Revolution X é sinónimo de 749 centímetros cúbicos de uma autêntica, personalizada e refrigerada a líquido moto Harley-Davidson® criada para as ruas urbanas. A refrigeração a líquido significa que mantém a temperatura e o desempenho. Conte com uma resposta suave ao acelerador progressivo quando ordenar à moto Harley-Davidson Street 750 que o faça ultrapassar qualquer buraco que surja à sua frente. Cilindros a 60 graus. 4 válvulas por cabeça. Bastante binário a baixo regime. Tudo isto significa, em palavras simples, que você conseguirá sentir a força e o caráter do motor nas faixas de RPM com que conduz mais frequentemente nas ruas citadinas. Monte-se no assento, dispare o motor Revolution X e arranque. Você vai compreender.”
A nova Honda CBR 150R versão 2015 acaba de ser lançada e traz consigo algumas alterações que não tem agradado alguns dos especialistas em pequenas esportivas. Por outro lado, algo que agradou a todos está ligado à renovação de sua parte estética, principalmente a carenagem frontal.
Chegando esse mês nas concessionárias da Indonésia o modelo, em conversões para a cotação do real atual, custará algo em torno de R$5mil. O mercado de esportivas com baixas cilindradas é bem atrativo na Ásia em geral e tem trazido bons resultados para as fabricantes. Já no Brasil será que esse tipo de motocicleta conseguiria uma boa aceitação dos consumidores?
Nova Honda CBR 150R 2015 reformulada
A atualização mecânica feita para a nova CBR 150R traz diferenças que podem ser consideradas de grande peso se comparadas com a versão 2014. A principal delas está ligada a redução de potência, onde na versão 2015 a CBR 150R passa a ter 17,3cv contra os 18cv da versão 2014. Ambas as potências máximas são alcançadas aos 10.500RPM. A “vantagem” é que o seu torque se manteve em 13Nm, porém seu pico pode ser atingido aos 7.500RPM, com 1.000RPM a menos do que a versão 2014.
Engana-se quem poderia considerar isso como vantagem, pois com as novas mudanças na carenagem da pequena esportiva a CBR 150R também acabou ganhando peso. Antes com 138kg, a novidade da Honda agora pesa 143kg. Peso suficiente para retardar o processo de aceleração inicial, praticamente anulando o ganho em RPM’s de seu torque.
Novos faróis para a CBR 150R 2015
Com a reformulação do seu design a nova CBR 150R acabou por ganhar uma carenagem de farol duplo que se espelha em sua irmã CBR 300R, que por sua vez tem o conceito baseado na grande CBR 1000RR. Seu tanque de combustível teve recebeu mudanças no design e acabou por ficar 200ml maior, suportando até 13,2l de combustível.
Todas as mudanças deixaram a pequena esportiva menor do que a versão 2014. Agora as medias ficam em 1.995mm de comprimento, 711mm de largura e 1.117mm em termos de altura total. Altura do solo e distância entre eixos também acabaram por ficar menores, sendo 160 milímetros de distância ao solo e 1.296mm de distância entre eixos.
A novidade chega em três cores: Champion Red, Speedy Black, e Honda Three Colors. Uma edição especial Repsol também estará disponível.
Esse modelo poderia se sair bem no Brasil?
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